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16 julho, 2013

Confrontos no Egito matam 7 e ferem 261

Confrontos no Egito matam 7
 e ferem 261 (AFP)

Sete pessoas morreram e 261 ficaram feridas durante confrontos na noite de segunda no Cairo, segundo as autoridades. Leia mais.

16:25 Forças de segurança do Egito lançaram bombas de gás durante um confronto entre manifestantes na região central do Cairo, segundo testemunhas citadas pela agência Reuters. Leia mais.
15:19 O vice-secretário de Estado americano, Bill Burns, disse nesta segunda-feira no Cairo que as prioridades no Egito são o diálogo e o fim da violência. Leia mais.
10:41 O presidente francês François Hollande e o secretário-geral da ONU, Ban Ki-moon, pediram nesta segunda-feira em Paris o fim dos confrontos e a retomada dos processo político no Egito. Leia mais.
10:14 Apoio à Irmandade Muçulmana está em queda em Ismalyia, berço do movimento, segundo a BBC. Leia mais.
09:42 Islamitas voltaram às ruas nesta segunda para pedir a recondução de Morsi ao poder. Leia mais.
14:57 O chefe do Exército egípcio, Abdel Fattah al-Sisi, negou neste domingo que algum movimento vá ser impedido de participar da vida política do país.

Palco de uma mudança política desencadeada por uma revolta popular que resultou na renúncia, em 2011, do então presidente Hosni Mubarak, na época havia 30 anos no poder, o Egito enfrentou, dois anos depois, novas manifestações populares que terminaram com a derrubada do presidente Mohamed Morsi, em 3 de julho, em um golpe militar.
Eleito democraticamente em 2012, Morsi se tornou impopular após suas ações contra o Exército, seu acúmulo de poderes, seu autoritarismo e pela influência política da Irmandade Muçulmana no país.
Seu governo, o primeiro de um membro da Irmandade, foi considerado um fracasso político por analistas.
Novos protestos da oposição e da população se espalharam e avolumaram pelo país, acirrando as divisões internas e culminando com forças liberais nas ruas exigindo sua renúncia e com um ultimato militar.

- 10 de julho de 2013: Ele oferece cargos à Irmandade Muçulmana, que os rejeita. A promotoria manda prender o líder da Irmandade, por incitação à violência.
- 12 de julho de 2013: Manifestantes pró e contra Morsi fazem novos atos públicos.
- 14 de julho de 2013: O Prêmio Nobel da Paz Mohamed ElBaradei, um dos líderes da oposição a Morsi, toma posse como vice-presidente encarregado das relações internacionais.
-16 de julho de 2013: Novos confrontos de rua entre islamitas e forças de segurança deixam mortos e feridos.

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