Na sequência de uma operação policial, as autoridades entraram em quatro casas e detiveram uma mulher de 19 anos e voltaram a deter uma outra, de 22 anos, já referenciada por crimes ligados com prostituição no início do ano.
Em março, foi acusada de cobrar entre dez e 100 dólares australianos (7,7 euros e 77,7 euros) a homens que pretendessem ter relações sexuais com duas meninas com 12 e 13 anos, respetivamente.
Um tribunal concedeu-lhe liberdade sob fiança apesar de ter ouvido relatos de que ela arranjava crianças que viviam nas ruas e em centros para sem-abrigo.
Acredita-se agora que outras cinco crianças, entre os 12 e os 16 anos, estejam envolvidas, indicou a polícia, que alegou que as mulheres, com as quais confirmaram estar relacionadas, executaram a operação.
"Nesta altura, temos sete jovens, entre os 12 e os 16 anos, que têm sido objeto do que pensamos ser uma rede de prostituição infantil", afirmou o superintendente, Ray King, ao indicar que se tratam de crianças que foram abusadas e manipuladas.






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